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Íntimo, reflexões

Foto da autora. Também em: https://www.instagram.com/p/BMGsnlihvOA/


Respiro fundo e olho pela janela. O décimo oitavo andar pode proporcionar visões interessantes das coisas ao redor, além de ser isolado, na medida do possível, do resto do mundo. Um canto à parte.
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Só o vazio fica



Foto: Divulgação/Warp Films/Weinstein Company | Disponível em: http://bit.ly/1HYBOpM

Noite. Uma dessas noites melancólicas. Melancolia virou uma parte de mim. Se bem que, atualmente, o vazio é, também, uma parte de mim.
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Adeus

Foto: Divulgação/Warp Films/Weinstein Company


Ando por uma rua deserta. Além do som de meus passos e da minha respiração, só ouço o barulho do vento que passa por mim sem dificuldade. É uma brisa suave, típica das noites de verão. Uma brisa que deveria levar consigo tudo de ruim que encontrasse no caminho.
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Melancolia

Foto: Reprodução/Tumblr

Paro.
Respiro fundo.
Silêncio.
Nunca entenderei a relação intrínseca entre estar só por alguns instantes e, paralelamente, sentir-se realmente só. Sozinho. Triste, até. Porque dependemos de relações com outras pessoas. O homem é isso. Um animal social.
A solidão momentânea fomenta reflexões. Reflexões fomentam sentimentos. Geralmente, péssimos.

Respiro novamente.
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A Evolução das Princesas da Disney




O papel das mulheres na sociedade mudou muito nos últimos 70 anos, e as Princesas da Disney acompanharam essa mudança, evoluindo junto com esse novo paradigma.
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Ratatouille: Sobre Ratos, Natureza e Arte




Direção: Brad Bird e Jan Pinkava
Roteiro: Brad Bird  e Jan Pinkava
Duração: 111 minutos
Ano de lançamento: 2007
Gênero: Animação, Comédia, Família

Sinopse: Paris. Remy (Patton Oswalt) é um rato que sonha se tornar um grande chef. Só que sua família é contra a idéia, além do fato de que, por ser um rato, ele sempre é expulso das cozinhas que visita. Um dia, enquanto estava nos esgotos, ele fica bem embaixo do famoso restaurante de seu herói culinário, Auguste Gusteau (Brad Garrett). Ele decide visitar a cozinha do lugar e lá conhece Linguini (Lou Romano), um atrapalhado ajudante que não sabe cozinhar e precisa manter o emprego a qualquer custo. Remy e Linguini realizam uma parceria, em que Remy fica escondido sob o chapéu de Linguini e indica o que ele deve fazer ao cozinhar.
        Semana passada eu escrevi sobre uma série da Nickelodeon, que apesar de ter uma temática mais adulta, pois fala de guerras, responsabilidade, conflitos internos etc, é um desenho infantil. Por isso, estava planejando fazer uma resenha sobre algo mais sério, talvez literatura clássica, citando autores de referência e discutindo algo como a leitura dessas obras no ensino médio. Só que não veio inspiração, e a verdade é que, apesar de gostar de literatura em geral, sou fã mesmo de obras infanto-juvenis, por isso hoje resolvi falar sobre um dos clássicos da Pixar: Ratatouille (lê-se “ratatuí”).
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A Profundidade Inesperada de Avatar: A Lenda de Aang



         Eu entrei em contato com o Mundo de Avatar relativamente tarde, a primeira série (The Last Airbender, ou A Lenda de Aang, em português) é de 2005, mas só conheci em 2008 graças ao meu irmão. A trama pode ser comparada a Harry Potter por seu início infantil, e vai ficando mais sombrio a cada livro (como as temporadas são chamadas). Porém, as comparações com HP acabam aí, pois a série tem vida própria e todo um mundo: com seus conflitos políticos, mitologias, espiritualidade, países e culturas, fauna e flora, histórias... é magistralmente criado.
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Tempus et Universe

              
Matamos o tempo e ele nos enterra, já dizia Machado de Assis. 
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HQs para Iniciantes #4: Marvel X DC Comics



Desde o início dos anos 2000, precisamente após o lançamento de “X-men – O Filme”, o mundo presencia a expansão e popularidade dos filmes de super heróis baseados nas Histórias em Quadrinhos. Ao longo de pouco mais de uma década, nove deles ultrapassaram a marca de um bilhão de dólares em bilheteria. Proeza rara, pouquíssimos filmes alcançam essa cifra. 

Personagens conhecidos da nona arte como Homem Aranha, Batman, Homem de Ferro, Superman, Thor e Lanterna Verde são alguns dos que ganharam versões para a telona.  Apesar de famosos pelos quadrinhos, esses heróis aumentaram ainda mais sua popularidade com as adaptações para o cinema. O fato é que grande parte do público, que vibra em cada filme que leva o nome dos heróis no título, desconhece um simples fato ligado à suas origens nas comics: o de que existem dois universos diferentes, onde atuam esses super heróis.

Se alguma vez você se perguntou por que super grupos como Os Vingadores e Liga da Justiça possuem personagens diferentes, que jamais se encontraram no cinema ou nos desenhos animados, a resposta vem diretamente dos quadrinhos. Existem duas grandes editoras, que podemos chamar de “casa” para todos esses personagens, são elas Marvel Comics e DC Comics. Ambas começaram suas atividades em meados dos anos 30, nos Estados Unidos. Desde então, Marvel e DC disputam fervorosamente o mercado editorial em publicações do gênero no mundo inteiro. A rivalidade entre as duas editoras ultrapassa o campo comercial, chegando a atingir boa parte dos fãs leitores de quadrinhos.
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Para o amor, com toda sinceridade


Estava escuro na primeira vez em que eu o vi, mas, ainda assim, exerceu alguma espécie de fascínio sobre mim. Ele não era um galã de novela, pelo contrário, nada mais que normal e se fosse pra escolher um lado a mais, a maioria das mulheres diria que ele estava até mais para o feio, mas pra mim desde o primeiro momento ele era bonito, bonito de um jeito torto, mas bonito. Tocava Los Hermanos no seu carro e talvez isso tenha afetado minha visão dele de forma positiva, ele era amigo de um amigo e eu achei, não, eu jurei que nunca mais ia vê-lo depois daquela carona.

Naquele dia em que o vi, também jurava que não terminaria meu namoro, mas terminei, talvez as pessoas tenham razão sobre juramentos, eles não são nada mais do que tiros no escuro.

Pra me arrancar das mágoas do fim o tal amigo em comum me chamou para o cinema, perguntou se podia levar outro amigo e quando dei de cara com o tal amigo lá estava ele, vai ser mentira se eu disser que fui indiferente, eu não fui. Dizem que taurinos tem esse magnetismo e eu, pobre pisciana, fiquei com cara de tonta, olhando pra aquele homem, admirada. Ele tinha o mundo em um sorriso e eu, que havia vivido sempre em uma redoma, não conhecia sorrisos como aquele, nem o mundo que ele me mostrou depois. Se eu pudesse dar uma definição de liberdade na minha vida eu diria que foi o que eu tive com ele.

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Soldados, avante!


Na guerra e no amor vale tudo, na guerra do amor vale tudo ou no amor à guerra vale tudo?

É bem difícil ser concernente quanto essa última questão filosófica... Imagine! Amor pela guerra? Ouso concordar com isso, mas não de uma forma literal, porém isto é papel de outra discussão.

Gostaria de enfatizar a questão amor e guerra. São duas situações que, a princípio, seriam impensáveis de condizer uma com a outra. Mas, elas possuem grande concordância uma com a outra. O amor, assim como a guerra, é um traçado estratégico, em que a "estratégia" adotada, os "equipamentos de guerra" utilizados e a disponibilização dos "soldados" em campo são cruciais para a "vitória nas batalhas", a "conquista" e, por fim, ganhar a "guerra".

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Autor, ficção e a essência das palavras



Ao contrário do habitual, isso não se trata de análises de textos, personagens ou escrita. Venho lhes falar dos homens e mulheres por trás da obra. Daqueles mestres de fantoches que existem escondidos atrás das cortinas. Daqueles que, dos bastidores, dão vida a histórias fantásticas. Qual é a relação entre esse sujeito com o que nos conta as páginas amareladas? É possível conhecer alguém através de seus escritos? E possível ir ao íntimo de um escritor, conhecê-lo a fundo? O que um livro de ficção diz sobre seu autor?
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A teoria do ódio por A culpa é das estrelas


Não, o que você lerá aqui não será uma resenha sobre a obra mais famosa de John Green, será mais uma crítica social do que falar em si da obra.

Li A Culpa é Das Estrelas antes de ficar mundialmente famosa, e o livro é ótimo. O jeito como o John escreve faz com que você não pare mais de ler até terminar por completo cada linha, cada letrinha pequena que preenche as folhas amareladas do famoso livro azul.

Mas, como eu comentei no primeiro parágrafo desse texto, não farei uma resenha sobre o livro, e sim sobre as pessoas.

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"A terra das maravilhas, onde os bichos batem papo."



“Quase chego a desejar nunca ter entrado na toca do coelho e, no entanto... No entanto... É interessante, sabe? Esse tipo de vida.”
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Um texto sobre idas, vindas e bagagens


As pessoas vêm e vão em nossas vidas. Algumas ficam por pouquíssimo tempo e fazem uma diferença enorme. Outras ficam por muito tempo, mas não fazem tanta falta quando se vão. Algumas a gente afasta, mesmo sem querer. Outras se afastam de nós por vontade própria. Algumas se despedem, enquanto outras… Saem de repente. Algumas só nos encaram por alguns instantes. Mas o que de fato temos que aceitar, é que as pessoas vêm e vão em nossas vidas. Sempre foi assim e sempre vai ser.  
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Copa pra quem?


Um assunto que está em alta, e que com certeza estará por muito tempo é a Copa do Mundo de 2014. Confesso que passei muito tempo desde o anúncio da copa neste País pra falar algo que fosse do meu completo ponto de vista, confesso que também ouvi vários lados sobre o assunto, porém, agora eu posso falar o que sinto em relação a isso.

Vamos ser francos: a Copa é inevitável. Não, não há ninguém que impedirá a realização da Copa aqui. Protestos, vídeos na internet, essa crônica, nada. O protesto é um ato muito bonito, mostra que nos importamos com o lugar em que estamos vivendo, eu sou a favor de protestos, desde que sejam maduros. Vídeos na internet mostram a realidade em que o Brasil vive, e também sou a favor deles, porque temos que mostrar para as pessoas de fora o que elas verão quando pisarem nestas terras. Essa crônica é apenas uma crônica, tive inspiração para fazê-la e espero que leiam (também sou a favor de crônicas).

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Seja bem vindo, caro leitor


Aconchegue-se em uma cadeira macia, coloque café na sua caneca e tire um tempinho para ler este texto breve e singelo feito para introduzi-lo a este simplório blog.
Nós do Rascunho, definimos este blog como uma simples ferramenta de leitura, escrita e saber, para o nosso (e principalmente o seu) bel-prazer. Basicamente, criamos uma plataforma livre para que pudéssemos escrever sem nenhum freio, já que o sites em que costumávamos escrever acabaram perdendo um pouco a graça.
Somos absolutamente a favor do incentivo a escrita e a leitura, seja ela do que for (livro, revista, quadrinho, fanfic, etc). No momento, boa parte das co-autoras deste blog estão abandonando o mundo das Fanfics para tentar alçar voos mais altos e mais ousados, com materiais e temáticas mais maleáveis. 
Apesar disso, ainda pretendemos incentivar a escrita dessas mesmas fanfics, seja de banda, série, livro, anime ou de qualquer outra vertente, pelo simples fato de que esse é o caminho por onde começamos e achamos que com o incentivo e a lapidação certa muitas ideias boas podem ganhar o mundo.
Como ainda estamos no começo, nosso material ainda é limitado, mas nos esforçaremos no quanto pudermos para mantê-lo sempre atualizado com novos textos.
No mais, sinta-se a vontade para navegar no site, conhecer nossos textos, pedir ajuda e comentar a vontade.
Com carinho,
Equipe Rascunho com Café.
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