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UMA CRÔNICA SOBRE ROSELI MACHADO - E, CLARO, SOBRE EDUCAÇÃO*

 *Este texto foi escrito por mim originalmente como parte da avaliação da disciplina de Metodologia do Ensino de História II, sob o título: "Um texto sobre Roseli Machado - e, claro, sobre educação".


        “A educação precisa ser presencial; é necessário o contato [com as pessoas]”, disse
Roseli [1] em uma noite abafada de domingo, através de uma fria tela de computador. O ensino
requer a presença do outro. A frase, é claro, ocorreu em um contexto de crítica ao ensino à
distância, esse que nos foi forçado goela abaixo devido à pandemia e ao caos em meio ao qual
vivemos. Mas muito além da necessidade do contato, Roseli me contou, o ensino à distância –
EAD – explicitou ainda a má distribuição de recursos materiais e as desigualdades sociais.
Afinal, quem de fato tem acesso à internet e um local de estudos apropriado em casa?


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Íntimo, reflexões

Foto da autora. Também em: https://www.instagram.com/p/BMGsnlihvOA/


Respiro fundo e olho pela janela. O décimo oitavo andar pode proporcionar visões interessantes das coisas ao redor, além de ser isolado, na medida do possível, do resto do mundo. Um canto à parte.
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Votos para o Dia das Mulheres


Como nesse dia as mulheres recebem muitas flores e mensagens vazias, resolvi fazer um texto sobre o dia das mulheres diferente, que fuja um pouco dos clichês de todos os anos e o deixo como minha forma de parabenizá-las por seu dia.
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Assistir Peppa Pig é bom para as crianças?



Após ler minha postagem sobre a Barbie, uma leitora assídua do blog me pediu esse tema. Eu já tinha ouvido algumas reclamações sobre o desenho da Peppa, mas não sabia que ele era tão criticado, descobri que há muitas famílias contra ao redor do mundo inteiro, então me convenci a pesquisar melhor e dar meu veredito.
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Polêmica: O Ser Humano é um vírus?


É provável que você tenha assistido ao filme Matrix, nele o mundo é dominado pelas máquinas e os humanos sobreviventes são usados como fonte de energia, presos em um grande ambiente virtual com a ilusão que é o nosso mundo. Nessa realidade, alguns humanos descobrem a verdade e são perseguidos pelos “agentes”, programas de segurança que simulam pessoas vestidas como Agentes Secretos. Smith (Hugo Weaving) é o chefe deles. Em uma cena, em que ele interroga um dos capitães da rebelião do humano, ele declara: “Todos os mamíferos do planeta instintivamente entram em equilíbrio com o meio ambiente. Mas os humanos não. Vocês vão para uma área e se multiplicam e se multiplicam, até que todos os recursos naturais sejam consumidos. A única forma de sobreviverem é indo para uma outra área. Há um outro organismo neste planeta que segue o mesmo padrão. Você sabe qual é? Um vírus.” Será que o Agente Smith está certo?
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Da madrugada insone aos fracassos

Foto: Divulgação/Warp Films/Weinstein Company: Cena do filme 'Submarine'
Não consigo dormir. Olho para o relógio na cabeceira da cama: 02h37 da madrugada. Maravilha. Aparentemente, meu organismo sentiu que seria ótimo impedir meu sono, mesmo sabendo que o dia seguinte seria outro de atividade intensa, infeliz. Talvez não queira me deixar dormir por pirraça. 
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Polêmica: A música brasileira está morrendo, é mesmo!?




Estamos na era das músicas sem conteúdo, com um refrão chiclete cheio de onomatopeias e duplo sentidos, tipo LEPO LEPO. A boa MPB e o rock nacional estão falecendo nos dias de hoje. Será mesmo?
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Opinião - O mundo está ficando mais intolerante?


Hoje em dia, qualquer comentário em uma rede social pode se tornar uma guerra de opiniões, na qual não só os argumentos são atacados, mas principalmente os detratores. Será que, o mundo está ficando mais intolerante?
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O dia em que conheci Mauricio de Sousa.




 Aos oito anos de idade, quando dava meus primeiros passos na leitura de quadrinhos, era um hábito juntar moedas para comprar revistas da Turma da Mônica nas bancas de jornal. Os anos passaram e me tornei um leitor assíduo de HQs, buscando sempre novos títulos e gêneros. Mas, a convicção de que naquele primeiro contato com os gibis as histórias da Turma da Mônica foram fundamentais na formação desse gosto nunca me escapou da memória. A icônica assinatura de Mauricio de Sousa, criador daquele universo, sempre me exerceu fascínio. Em um domingo qualquer eu tive o prazer de conhecê-lo pessoalmente.

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Liberdade de Expressão

#LiberdadeDeEspressão #HonraDaReligião

#JeSuisCharlie #JeSuisCharlie #JeSuisCharlie é o grito da multidão pelas ruas de Paris.

Todos estão acompanhando as últimas notícias em Paris. #JeSuisCharlie rodou o mundo! Todos com suas placas, com suas lágrimas, com sua consternação foram para o centro de Paris e todos juntos apoiavam Charlie Hebdo.

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A Divindade Melancólica


Segure o fôlego. 

Vamos lá, somente por sofrimento solidário.

Eu não podia respirar.

Viu? 
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O despertar de si mesmo


Esta é uma crônica que escrevi para um trabalho da faculdade. O texto tinha que relacionar a pintura Narciso, de Caravaggio (vide imagem), com a cidade de Palmas (TO). Quem não conhece o mito de Narciso? Com certeza é um dos mais conhecidos, mas, para quem não está familiarizado com ele, aqui vai um "resumão": Uma bela ninfa chamada Eco amava Narciso, porém ele, por se achar tão belo como os próprios deuses, rejeitou o amor dela. Para dar uma lição ao rapaz, a deusa Némesis condenou Narciso a apaixonar-se pelo seu próprio reflexo na lagoa de Eco. Encantado pela sua própria beleza, Narciso deitou-se no banco do rio e ali ficou, sem se preocupar com mais nada, e acabou definhando, olhando-se na água. 
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Inspiração, Solidariedade, Amor, Alegria, Necessidade...

Oi gente, eu (Wania) estou postando hoje minha última crônica. Sinto em ter que me afastar, pois amo escrever para o Rascunho com Café, mesmo sendo poucos textos. Espero que um dia eu possa voltar, mas infelizmente no momento, terei que deixar o blog...
Sentirei a falta do blog e de vocês ‘seus lindos’, como diz a minha amiga do coração Lara, que me deu a oportunidade de estar aqui com ela e com essa turma bacana que posta coisas incríveis (e até melhores do que eu!)
Bom, vou deixar vocês com um pequeno texto nostálgico, falo um pouco de quatro pessoas que eu realmente amo e sempre os terei no coração, meus ídolos ever!

Beijos e até a próxima!


A vida é tão frágil e só percebemos isso quando já é inevitável, quando é impossível fazer alguma coisa.
Porque sempre achamos que nada pode nos acontecer? Porque sempre teimamos que nada acontece conosco, apenas com os outros?
A vida é pra ser vivida, mas não como loucos, e sim como amantes! Curtir cada amanhecer, cada entardecer e cada anoitecer. Curtir o vento no rosto ao montar em sua moto e sair sem rumo. Sentar na beirada da praia e observar as ondas irem e virem. Pular na piscina e curtir cada braçada. Viajar, seja pra qualquer lugar, curta, viva!
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Ares do Interior

Esse fim de semana resolvi fazer algo diferente, algo que eu não fazia há muito tempo: andar pelo centro da cidade. Não que o centro aqui seja enorme, ou algo comparado a São Paulo, mas cidade do interior também tem suas vantagens.
Na minha cidade, que não é grande, mas também não pode ser menosprezada, temos várias praças e eu resolvi fazer uma pequena excursão por duas delas: a famosa Praça da Matriz e a do Carmo.
Duas belíssimas praças com muitas árvores, coretos, lojas e muita diversão para adultos e crianças.
Caminhando pela Praça da Matriz, logo no seu finzinho, vejo um casalzinho de idosos sentados num banco da praça conversando, ele pegando na mão dela discretamente... “Ah o interior”, penso ao notar o gesto de amor. Ela retribui com um sorriso singelo.
Continuo minha caminhada e vejo alguns adolescentes com seus skates batendo papo em outro canto da praça. Alguns jogando bafo, “nossa, ah quanto tempo não vejo alguém jogando bafo, ou bolinha de gude...”, penso indo agora em direção ao cento da pracinha. Vejo uma pequena, mas organizada ‘muvuca’, resolvo entrar no meio e fico estarrecida ao perceber que era uma orquestra sinfônica que estava se estabelecendo na praça para tocar!
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O desapontar-se com alg(uém)o



Leitores, leitores. Por dias refleti sobre o tema da crônica de hoje. Por dias me perguntei sobre o que escreveria, uma vez que há alguns dias não posto uma crônica neste blog. Acontece, queridos leitores, que situações do cotidiano, principalmente as que me marcam, fazem com que eu queria exprimi-las em palavras, para que o peso delas sobre meus ombros fique menor. Então, é isso.
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Eu não sei rimar


Eu não sei rimar.
Não sei transpor meus ideais com doces palavras cantadas. Nem consigo pensar rápido o suficiente para transformar meus pensamentos na minha própria voz. Mas consigo seguir o ritmo dos meus desejos, ainda que sem explicação eles flutuem como o som dos mais variados instrumentos que eu não sei tocar, e mudem de direção variando o timbre até se transformar numa canção. Concreta. Pronta.
Me desculpe, eu não sei rimar. 
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O precisar de alguém

Fonte: We♥it.com

Sim, leitor. Todo mundo precisa de alguém. O precisar, aqui, não é utilizado no sentido de necessidade, longe disso, é mais como um querer. É um querer precisando, se é que isso faz algum sentido. Enfim, querido leitor, o que quero dizer é isso: precisamos de alguém.
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"A terra das maravilhas, onde os bichos batem papo."



“Quase chego a desejar nunca ter entrado na toca do coelho e, no entanto... No entanto... É interessante, sabe? Esse tipo de vida.”
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Um texto sobre idas, vindas e bagagens


As pessoas vêm e vão em nossas vidas. Algumas ficam por pouquíssimo tempo e fazem uma diferença enorme. Outras ficam por muito tempo, mas não fazem tanta falta quando se vão. Algumas a gente afasta, mesmo sem querer. Outras se afastam de nós por vontade própria. Algumas se despedem, enquanto outras… Saem de repente. Algumas só nos encaram por alguns instantes. Mas o que de fato temos que aceitar, é que as pessoas vêm e vão em nossas vidas. Sempre foi assim e sempre vai ser.  
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Fazer o que gosta ou o que dá dinheiro: eis a questão!



Quando era pequena, nunca ouvi muito falatório sobre carreiras e futuro profissional. Depois que entrei na fase adolescente, passei a ouvir, aqui e ali, que eu deveria fazer algo que me desse dinheiro, que a profissão que eu escolhesse deveria ter um bom retorno financeiro, e foi com esse pensamento que eu cheguei à adolescência.

Eu nunca entendi bem essa necessidade de se ganhar rios de dinheiro trabalhando. Honestamente, eu acho que nunca entenderei. Então, leitor, você deve deduzir que eu sempre, sempre mesmo, me importei com fazer o que me dá gosto, certo? Erradíssimo (música triste ao fundo).
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