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Inspiração, Solidariedade, Amor, Alegria, Necessidade...

Oi gente, eu (Wania) estou postando hoje minha última crônica. Sinto em ter que me afastar, pois amo escrever para o Rascunho com Café, mesmo sendo poucos textos. Espero que um dia eu possa voltar, mas infelizmente no momento, terei que deixar o blog...
Sentirei a falta do blog e de vocês ‘seus lindos’, como diz a minha amiga do coração Lara, que me deu a oportunidade de estar aqui com ela e com essa turma bacana que posta coisas incríveis (e até melhores do que eu!)
Bom, vou deixar vocês com um pequeno texto nostálgico, falo um pouco de quatro pessoas que eu realmente amo e sempre os terei no coração, meus ídolos ever!

Beijos e até a próxima!


A vida é tão frágil e só percebemos isso quando já é inevitável, quando é impossível fazer alguma coisa.
Porque sempre achamos que nada pode nos acontecer? Porque sempre teimamos que nada acontece conosco, apenas com os outros?
A vida é pra ser vivida, mas não como loucos, e sim como amantes! Curtir cada amanhecer, cada entardecer e cada anoitecer. Curtir o vento no rosto ao montar em sua moto e sair sem rumo. Sentar na beirada da praia e observar as ondas irem e virem. Pular na piscina e curtir cada braçada. Viajar, seja pra qualquer lugar, curta, viva!
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Capítulo 2:

Segundo capítulo galera! Espero que gostem e que possam opinar!
Como tinha dito, abaixo segue a classificação do capítulo e até a próxima moçada!
Bjs
Identificação de Leitura desse capítulo: Livre

Chego à casa dos Hamilton e a senhora Bradley, antiga funcionária da casa, que cuida de Emilly desde que sua mãe faleceu, me avisa que ela está no quarto e que eu poderia subir. Atravesso a sala e vou em direção à escada, subo os degraus devagar observando tudo e estava exatamente como eu me lembro.

Bato na porta e escuto Emilly gritando: - Vai embora, quero ficar sozinha!
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Ares do Interior

Esse fim de semana resolvi fazer algo diferente, algo que eu não fazia há muito tempo: andar pelo centro da cidade. Não que o centro aqui seja enorme, ou algo comparado a São Paulo, mas cidade do interior também tem suas vantagens.
Na minha cidade, que não é grande, mas também não pode ser menosprezada, temos várias praças e eu resolvi fazer uma pequena excursão por duas delas: a famosa Praça da Matriz e a do Carmo.
Duas belíssimas praças com muitas árvores, coretos, lojas e muita diversão para adultos e crianças.
Caminhando pela Praça da Matriz, logo no seu finzinho, vejo um casalzinho de idosos sentados num banco da praça conversando, ele pegando na mão dela discretamente... “Ah o interior”, penso ao notar o gesto de amor. Ela retribui com um sorriso singelo.
Continuo minha caminhada e vejo alguns adolescentes com seus skates batendo papo em outro canto da praça. Alguns jogando bafo, “nossa, ah quanto tempo não vejo alguém jogando bafo, ou bolinha de gude...”, penso indo agora em direção ao cento da pracinha. Vejo uma pequena, mas organizada ‘muvuca’, resolvo entrar no meio e fico estarrecida ao perceber que era uma orquestra sinfônica que estava se estabelecendo na praça para tocar!
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9Crimes - Capítulo 1

Espero que possam ler e curtir. Essa estória é baseada em um filme que assisti há mais de um ano, espero poder manter o interesse de vocês pelo suspense, romance, drama e mistério.

A cada capítulo postado colocarei a indicação de leitura, pois sei que muitos não gostam de certas cenas fortes de violência, o que eventualmente acabará acontecendo nessa estória, mas mesmo assim, espero poder contar com vocês!

Bjs e boa leitura!
Identificação de leitura deste capítulo: Livre


Sinopse: Baltimore, 1849, Edgar Allan Poe acabara de ser enterrado e com ele o mistério de sua morte; seu amigo e inspetor da polícia, Emmett Fields, ainda tenta descobrir o que realmente aconteceu a ele quando sua vida particular vira um caos... Sua eterna, a senhorita Wilcox, volta de uma viagem para consolar a amiga e os dois voltam a se encontrar.

Norah e Emmett são eternos apaixonados, mas não deixam transparecer e ninguém sabe desse amor; com sua volta de Londres, Emmett precisa lidar com seus sentimentos e com o mistério na morte do amigo, mas a sua situação só piora; mulheres da alta sociedade começam a aparecer mortas, uma a cada semana. Sua luta agora é manter sua amada longe das ruas, longe de sua vida...

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Poe, Edgar Allan


(*texto da imagem: “Aqueles que sonham de dia tem consciência de muitas coisas que escapam aos que sonham somente à noite”.)

Hoje eu senti vontade de falar sobre algo que está me perturbando, mas de um jeito gostoso: Edgar Allan Poe! Calma, vou explicar, não pensem besteiras.

Fã de Edgar Allan Poe eu sempre fui, mas devo dizer que nos últimos meses, seis meses pra ser exata, eu me apaixonei por seu mundo! Ando lendo de tudo sobre esse homem, que era um louco, mas são. Esse escritor maluco, mas incrível.

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Familia


Família

O que realmente significa ‘Família’? Vocês já se pegaram pensando nisso? Eu sempre me pergunto qual o verdadeiro significado dessa palavra e a única coisa que me vem à mente: amigos e parentes de sangue ou não (inclui-se aí as cunhadas, genros, cunhados e afins) que se relacionam. São pessoas que se amam e formam uma unidade, a 'Família'.

Existem aquelas pessoas que apesar de serem amigos, são os irmãos com o qual podemos contar a toda hora, não importa quando for ele sempre estará lá pra você! Pode apostar!
Agora quem já viu aquelas mesas ondem se reúnem as pessoas para o famoso almoço de domingo? Acho que todo mundo aqui já passou por isso ou ainda vai e eu vou dizer uma coisa: vai ser a melhor experiência da sua vida! Eu nunca vou me esquecer das reuniões da minha família que eram fantásticas!

Reunir a família nos almoços de domingo é a tradição mais antiga que eu conheço. Sentarmos todos à mesa, conversarmos sobre o que cada um pensa, como foi à semana ou apenas falar dos tempos de criança.

Minha avó, como boa italiana, juntava todos os filhos, netos, bisnetos, noras e genros em volta da mesa para falarmos de tudo. E como bons descendentes de italianos que somos, aprendemos além de falar com a boca, ‘falamos’ também com as mãos! E era uma folia.
Cada um falava sobre sua vida ao mesmo tempo em que todos os outros. 
Não interessava se você entendia ou não, o importante era estarmos todos reunidos em volta da mesa, comendo a macarronada da Nona num domingo qualquer com a família reunida.


Reunir a família era algo charmoso, confuso, prazeroso e uma tradição de família.
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Escrever



A tarefa de escrever para algumas pessoas é tão torturante quanto queimar um arroz ou ficar sem celular por semanas.
O ato escrever pode ser prazeroso ou torturante depende da pessoa e do que ela vai escrever. E pensar que escrever algo to natural como se escovar os dentes ou tomar banho. Sem perceber você já está escrevendo!
Escrever uma carta de amor para os amantes, por exemplo, fácil: flui, deslancha. Escrever uma carta de despedida... Essa ninguém consegue, nem o próprio suicida.
Escrever algo que vem da alma, acompanhada de sentimentos, e ás vezes esses sentimentos vem misturados, mas que você começa, não consegue mais parar.
A escrita é  necessária para se comunicar com as pessoas, deixar registros de atos que aconteceram no passado e até do que possa vir no futuro.
Escrever é um ato de amor, ódio, pavor, desabafo... um ato cotidiano como esse agora, que estou escrevendo sobre o ESCREVER.

Deixar o registro de que passei por aqui na esperança de que alguém possa... Ler.
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Morte



Nunca pensei que um dia eu fosse pensar assim, mas a morte foi um alívio.
Sim, um alívio, minha única alegria era sentar-me à beira do mar e observar as ondas no fim do dia. Não tinha mais vontade de fazer as coisas normais que qualquer pessoa fazia.
A morte pra mim foi um alívio, um renascer, sinto como se eu tivesse nascido apenas para encontrá-la no final.
Sempre tive medo da morte. Nunca falei ou comentei sobre a morte, tinha pavor de pronunciar e ouvir sobre ela. Nunca fui a enterro algum, mesmo das pessoas mais queridas na minha vida. Mas a morte nada mais é do que um reencontro, talvez um renascimento de você com você mesmo. Ela nos mostra o que fizemos na vida, mas também nos mostra o que deixamos de fazer, o que deixamos para trás.
A morte talvez seja um estado de espírito, muitos vivem a vida toda assim, como uma máquina, como se estivessem hipnotizados, e quando percebem é tarde demais... Eu passei a minha vida toda achando que ela poderia chegar antes do que um amor, um casamento, um filho... E ela veio quando eu menos esperava, mas de um jeito que, talvez, eu nunca tivesse escolhido. Observando o mar que tanto amei a vida toda, ela me levou. Sem delongas, sem comentários, sem sinal... Apenas eu e o mar.

Fui tomada por um alívio imenso dentro do corpo, uma rajada de sentimentos tranquilos e de paz povoava a minha mente. Sentia agora o verdadeiro significado do “corpo são, mente sã”, estava em paz comigo e com tudo o que me rodeava, estava feliz enfim. 
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